Parque Tecnológico de Óbidos Arranca com a construção dos Edifícios Centrais
No seguimento do Concurso de empreitada dos edifícios centrais e arranjos exteriores do Parque Tecnológico de Óbidos, no qual participaram catorze concorrentes, foi selecionada a empresa MRG, Engenharia e Construção S.A, que será responsável pela obra. O valor total da empreitada de construção é de 5,4 milhões de euros, verba incluída no programa estratégico Inov C, liderado pela Universidade de Coimbra.
O Inov C pretende desenvolver um ecossistema de inovação na região Centro e permite ao Parque Tecnológico de Óbidos, um dos parceiros nucleares do programa, o acesso a apoio comunitário, através do QREN, destinado a parques de ciência e tecnologia e a incubadoras de base científica e tecnológica. A percentagem de apoio comunitário negociada é de 85 por cento.
Os edifícios, com projeto do arquiteto Jorge Mealha, terão uma área total de construção superior a 4 mil m2, o que vai permitir aumentar a oferta e as alternativas existentes para as empresas e empresários. Esta é uma oferta que permitirá disponibilizar melhores condições de instalação, de infraestrutura tecnológica, de cooperação entre as empresas e instituições parceiras (com destaque para a Universidade Técnica de Lisboa, a Universidade de Coimbra, o Instituto Politécnico de Leiria e a ETIC – Escola Técnica de Imagem e Comunicação), mais serviços de apoio e excelentes condições de trabalho. Para além dos serviços existentes, das acessibilidades, da proximidade a Lisboa e da possibilidade de apresentação de candidaturas em projetos com apoio comunitário, que a equipa gestora já oferece às empresas, o Parque passará a contar ainda, com os novos edifícios, com mais argumentos para a instalação de empresas.
Destaca-se igualmente a componente da sustentabilidade associada à construção e manutenção dos edifícios. Quase metade do edifício está coberto por uma estrutura vegetal criada sobre as coberturas dos espaços, com o objetivo de maximizar a disponibilização de zonas verdes de enquadramento e de fruição. As zonas verdes são maioritariamente plantadas com espécies adaptadas ao clima da região, que requerem uma baixa manutenção, bem como a consequente redução das necessidades de rega. A obra deverá estar concluída ainda em 2013.